| Iniciação
à Equitação (Aulas de Volteio)
|
É aqui que tudo começa …
Numa primeira fase da aprendizagem, o volteio surge como a base da equitação.
Montando com cilhão e ajudado com uma guia orientada pelo monitor,
o aluno começa por treinar:
- O equilíbrio
- A postura
- Ginástica a cavalo
- Os princípios básicos da adaptação aos andamentos:
passo, trote e galope.
- Aprender o maneio do cavalo antes e depois de uma lição
As aulas são individuais com uma duração
de 20 minutos.
Na fase mais adiantada da iniciação, sela A,
o aluno começa a:
- Adaptar-se ao arreio;
- Ganhar autonomia;
- Treinar exercícios nos três andamentos
- Tratar do maneio do cavalo antes e depois de uma lição
Aulas individuais ou colectivas com duração de 30 minutos.
É uma abordagem de orientação estritamente
clínica, cuja prescrição só deverá ser
feita por um especialista em neurologia e que deverá ser acompanhada
por um neuro-fisioterapeuta, com conhecimentos específicos na neurofisiologia
do cavalo e de todo o seu sistema nervoso central, de modo a potenciar a relação
das reacções neurológicas do animal com as da criança.
A hipoterapia está aconselhada preferencialmente a pessoas com limitações
severas e com pouca capacidade de interacção com o meio envolvente.
Indicamos a título meramente exemplificativo algumas das patologias
onde o contributo desta modalidade é muito benéfico:
- Paralesia cerebral
- Espásticos
- Atetósicos
- Hipotónicos
- Spina Bífida
- Hemiplegia e paraplegia
- Traumatismo craniano
- Patologias mentais
- Outras patologias de origem genética
Na Hipoterapia o cavalo é utilizado como meio terapêutico.
São os movimentos produzidos pelos andamentos do cavalo (o passo),
o respirar, etc., que vão actuar sobre o cavaleiro de modo a produzir
efeitos benéficos na evolução ou desenvolvimento de capacidades
anteriormente inexistentes, perdidas ou reduzidas.
As sessões são dadas por um hipoterapeuta,
sempre individuais e têm uma duração de 20 minutos.
A equitação terapêutica é uma
prática que utiliza o movimento multidimensional do cavalo para melhorar
a função neuro muscular e o processamento sensorial. Deverá
ser sempre prescrita por um técnico de saúde e acompanhada por
um fisioterapeuta, bem como, de um monitor de equitação adaptada.
O andar a cavalo proporciona benefícios a nível físico,
psicológico e social. Este tipo de abordagem tem como benefícios:
• aumentar a capacidade cardio-pulmonar
• melhorar a irrigação sanguínea
• fortificar a massa muscular
• fortalecer o sistema imunológico
• melhorar a capacidade das articulações
• aumentar a resistência ao esforço
• facilitar o movimento
• relaxar
• favorecer as vias sensoriais principais (audição, visão,
tacto e olfacto)
Promove o desenvolvimento psicomotor, contribuindo para
o equilíbrio, para a orientação espacial, para a coordenação
motora grossa e fina, para a lateralidade, para o ritmo, para a consciência
do corpo e do tempo. Desenvolve a aquisição de gestos e automatismos,
a capacidade de reacção, desenvolve a coordenação,
aumenta o auto controle dos movimentos involuntários, a precisão
do gesto e a correcção da postura. Desenvolve a capacidade emocional
e de autoconfiança, desenvolve a responsabilidade, o respeito, a competitividade,
a confiança nos outros, o auto controle emocional, o auto domínio,
disciplina pessoal, o controle das emoções e a auto reflexão.
Encoraja a tomada de decisão, fomenta a independência, fomenta
a tenacidade, melhora a auto imagem e fomenta a estabilidade. Proporciona
e promove a socialização e favorece laços afectivos.
Melhora a comunicação, favorece a aprendizagem, desenvolve a
memória, a atenção e a capacidade de concentração.
È divertido, ensina e treina novas competências, tarefas e exige
um envolvimento activo. Contribui para que estas crianças sejam mais
felizes proporcionando-lhes uma maior qualidade de vida.
A Equitação Adaptada é a vertente desportiva
da equitação terapêutica.
Esta disciplina tem como base a Dressage (Ensino) utilizando as mesmas regras
básicas tendo algumas adaptações, cujo regulamento pode
ser consultado no site da FEP. A Equitação Adaptada começou
a desenvolver-se durante a década de 70 em diversos países.
Somente em 1984, nos Jogos Mundiais de Nova Iorque, foi realizada a primeira
competição internacional da modalidade e, desde então,
várias competições internacionais têm sido organizadas.
A primeira participação de cavaleiros com deficiência
no Campeonato do mundo foi em 1987 na Suécia e somente em 1996 passa
a ser modalidade oficial nos Jogos Paralímpicos de Atlanta, no qual,
competiram pela primeira vez cavaleiros provenientes de 16 países.
Já em Sidney 2000, foram qualificados 24 países, contribuindo
com um total de 72 cavaleiros. Nestes jogos a Grã-Bretanha foi o país
que ganhou mais medalhas, não sendo muito diferente hoje em dia! O
número de participantes tem vindo a aumentar substancialmente, sendo
que no Campeonato do Mundo na Bélgica em 2003, competiram atletas originários
de 36 países, Campeonato esse que contou com uma equipa Portuguesa
de 4 elementos.
Em Portugal, esta modalidade estreou-se no Campeonato do Mundo em Wilhelmsburg
na Dinamarca com o cavaleiro Daniel Cunha que obteve o 18º lugar entre
24 concorrentes, do seu grau. No ano de 2002 foi organizado na Anadia o Campeonato
da Europa contando com a participação de diversos países.
Em 2003 Portugal participa com 4 cavaleiros no 5º Campeonato do mundo
em Moorsele Bélgica, não conseguindo a qualificação
directa para os Jogos Paralímpicos. Contudo o Comité Paralímpico
atribui um Wildcard, (Autorização Especial), para a participação
de Portugal nos Jogos Paralímpicos de Atenas 2004, onde Portugal se
fez representar pelo cavaleiro de Miranda do Corvo, Carlos Baptista Pereira,
classificando-se em 13º lugar, competindo com um cavalo emprestado por
Inglaterra!
A sua principal característica consiste no facto de
a equitação ser utilizada como meio terapêutico destinada
a indivíduos (crianças, jovens e adultos) portadores de deficiência,
com disfunções ligeiras a moderadas e que gozem de alguma capacidade
de interacção com o meio.
Tal como a hipoterapia, a equitação adaptada está aconselhada
na reabilitação das seguintes patologias:
- Paralesia cerebral
- Espásticos
- Atetósicos
- Hipotónicos
- Spina Bífida
- Hemiplegia e paraplegia
- Traumatismo craniano
- Patologias mentais
- Outras patologias de origem genética
Nesta modalidade, todos os recursos da equitação
são utilizados como forma de desenvolver capacidades necessárias
à autonomia dos indivíduos. Assim:
• Aprender a montar. Os andamentos
do cavalo (passo, trote e galope) permitem ao monitor, trabalhar os padrões
de movimento humano que se encontram alterados nestes indivíduos.
Uma particularidade desta modalidade é o facto de os equipamentos (
por exemplo os arreios) poderem ser adaptados de acordo com as necessidades
individuais dos praticantes.
• Limpar os cavalos.
• Aparelhar.
• A formação e a troca de conhecimentos.
Em termos gerais podemos afirmar que os benefícios
terapêuticos da equitação adaptada situam-se em três
planos:
Físico - A transmissão contínua
de movimentos entre o cavalo e o cavaleiro, permitem uma melhoria generalizada
da condição física do indivíduo.
Psicológico - Reforço positivo da motivação:
. O indivíduo consegue alcançar, em cada aula, os objectivos
para si traçados.
. Ao entrar em competição demonstra a si próprio e aos
outros que é capaz.
Social - Ao estabelecer uma interacção com o cavalo,
com o monitor e com o centro hípico, o indivíduo estabelece
laços sociais que vão estimular e reforçar a motivação
para o desempenho dos seus papéis sociais.
Aulas individuais ou colectivas com duração de 30 minutos.
Depois de adquirir um grau avançado de aprendizagem,
surge inevitavelmente a competição (Dressage).
Muitas vezes comparado a um ballet, a Dressage é a base de toda a equitação.
Modalidade olímpica, cujo principal objectivo é o desenvolvimento
harmonioso das capacidades físicas e técnicas do cavalo, que
permitam um entendimento perfeito entre cavalo e cavaleiro.
As aulas são individuais, em cavalo de escola ou cavalo próprio,
tendo a duração de 45 minutos.
Os saltos de obstáculos são uma modalidade
olímpica. Nas nossas aulas o conjunto cavaleiro–cavalo é
formado de acordo com a técnica dos saltos de obstáculos. Pretende-se
trabalhar a atitude do cavalo:
- franqueza,
- força
- agilidade
- obediência,
- velocidade
- respeito pelos obstáculos e a qualidade da equitação
do cavaleiro:
- equilíbrio
- abordagem
- batida
- suspensão
- recepção
- controlo do andamento
- saber fazer um percurso.
As aulas podem ser em cavalo de escola ou em cavalo próprio, individuais
ou colectivas e têm uma duração de 30 minutos.
As nossas propostas de passeios equestres são descontraídas,
divertidas e variadas. Desde a Mata dos Milagres, até às praias
mais próximas, passando por passeios de Charret, proporcionamos momentos
únicos de lazer.
A dimensão do grupo é variável, se
os cavalos forem do Centro Hípico os grupos podem ser até 8
pessoas, aos quais se podem juntar cavaleiros proprietários de cavalos.
Os passeios só se realizam por marcação
prévia.
Os preços variam de acordo com a duração
e a modalidade (campo, praia, charrete), sendo o preço referência
de 15 euros a hora, acrescidos da taxa de IVA a 21%.
| Programas
de Sela 1 à 7 (Estágios de Férias)
|
Para todos aqueles que gostam de cavalos e que querem aprender,
mais e melhor, o Centro Hípico Dom Cavalo, propõe uma forma
saudável de ocupação dos tempos livres.
Durante as férias de Natal, Páscoa e Verão,
organizamos cursos de Sela I à VII, ministrados de acordo com os conteúdos
definidos pela Federação Equestre Portuguesa.
Horário:
Durante as férias escolares, em calendário a definir:
- De segunda a sexta (aulas teórico-práticas) - das 9.00h às
18.00h
- Sábado (exame teórico-prático) - das 9.00h às
12.00h
Preço Base:
- Sela I à Sela IV 150.00 euros (mais IVA à taxa de 21%)
- Sela V à Sela VII preço a acordar
Para obter mais informações, contacte-nos.
| Competição
(Dressage e Obstáculos)
|
O Centro Hípico Dom Cavalo oferece aos proprietários
de cavalos a possibilidade e condições para entrarem em competição:
- Preparação do cavalo
- Aulas avançadas ao cavaleiro
- Preparação para o exame de Sela 4 (Requisito mínimo
da FEP para o cavaleiro competir em provas federadas Nacionais.)
- Preparação para o exame de Sela 7 (Requisito mínimo
da FEP para o cavaleiro competir em provas federadas Internacionais.)
- Acompanhamento, por parte do treinador, durante a competição
- Transporte e logística
Existem duas situações possíveis de
participação em prova:
. O proprietário monta o seu cavalo
. O cavalo participa em prova